Há vinte anos, Responsabilidade Social não era uma preocupação para as empresas, que sempre visaram lucro, crescimento e nada mais.
Hoje o tema é pauta em reuniões de gestão. E não é pra menos, a preocupação em adotar ações que envolvam a comunidade onde a empresa está inserida (entenda funcionários, meio ambiente e comunidade) tornou-se quase uma exigência do mercado. Sendo um indicador importante para bons profissionais, que buscam melhor colocação no mercado e também para consumidores, que estão cada vez mais conscientes e exigentes. Uma empresa que gera grandes lucros também gera prejuízos ao meio ambiente sendo assim, cada vez mais consumidores buscam produtos de empresas que se comprometem com projetos sócio ambientais e sociais, por exemplo.
Mas responsabilidade social não é só isso, ela é transparência na prestação de contas, não somente aos acionistas, mas também aos funcionários, comunidade, consumidores e mídia. É estar preocupada com seus fornecedores, com a origem da matéria prima usada durante seu processo produtivo e suas certificações.
É ainda, privar pela sustentabilidade, um fator mais que relevante que sustenta as regras da Responsabilidade Social e que deve ser vigiado de perto. Ações que envolvem parcerias e promovem maneiras de produção com menor desgaste dos recursos naturais devem ser prioridade para quem busca reconhecimento como empresa socialmente responsável.
Hoje, voluntariamente, muitas empresas apresentam relatórios anuais para divulgar sua performance social e ambiental, seus impactos e medidas tomadas para ameniza-los.
Num futuro bem próximo, o mesmo relatório anual de Responsabilidade Social será um documento obrigatório à todas às empresas, que poderá inclusive ser usado para determinar vínculos com programas governamentais, incentivos financeiros e inserção em determinados mercados.
Por: Alessandra Fraga
