Lobista, vem da palavra lobby, que em inglês significa:
(lóbi) sm (ingl) Econ Pessoa ou grupo que tenta influenciar os congressistas (deputados e senadores) a votar projetos de seu interesse, ou de grupos que representam. Sin: lóbi.
Nos EUA, lobista é uma profissão regulamentada e as atividades deste profissional acontece às claras, até mesmo o Brasil faz lobby no Congresso norte-americano, como divulgado no site do Sinprorh, trata-se do projeto “Brazil on the Hill”. Hill, morro em inglês, é como muitos em Washington se referem ao congresso, que fica em uma colina. O trabalho é patrocinado por uma entidade sem fins lucrativos, o BIC (Brazil Information Center). A idéia é apresentar a congressistas norte-americanos uma pauta variada, que passa por assuntos como a visão do governo Lula da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) ou a política brasileira de combate à Aids.
No Brasil, lobista não é ilícito, mas não regulamentado. Talvés por isso haja um grande preconceito com relação à atividade.
Na verdade todos nós, comunicadores ou não, temos um pouco de lobista e não há mal algum em usar nossa capacidade de divulgar, informar, convencer e aliar, em nossas atividades profissionais e também na vida, por quê não?
Toda empresa precisa construir relacionamentos junto à orgãos do governo e mídia. O lobista pode se transformar em um grande parceiro da comunicação corporativa, inclusive auxiliando na criação de campanhas e mapeamento de diretrizes de acordo com suas percepções, como tal.
Acredito que seria melhor assumirmos de vez que o lobista está em todo lugar e pode estar também na comunicação corporativa, não como traficante de informações, mas como facilitador do tráfico do crescimento empresarial.
Espero ter te convencido.
Por: Alessandra Fraga