O ato de se comunicar é inerente ao ser humano. A capacidade de receber e se expressar através da comunicação são fundamentais ao convívio. No entanto, uma pessoa é diferente da outra, o que faz o entendimento e a recepção de uma mesma informação ser compreendida de várias formas.
Criar o hábito de confirmar o que foi dito ou solicitado pode amenizar os “mal entendidos” dentro da organização.
Feito isso, o feedback passa a ser a maneira de reduzir falhas. Enquanto o feedback é dado, é preciso observar a atenção do receptor e até mesmo pedir a ele que repita o que foi solicitado (quando necessário). Desta forma pode-se garantir que a informação foi transmitida com eficácia.
Porém, para que o resultado seja benéfico, e não um trauma para o receptor é preciso que alguns cuidados sejam tomados: não deve haver uma inundação de críticas pouco fundamentadas, as informações precisam ser precisas, diretas e colocadas de maneira clara ao receptor, além de evitar sobrecarga de informação. Chegar a um acordo ou a uma solução é também muito importante.
Quem aplica o feedback deve também estar preparado para receber um feedback e estar disposto a rever e analisar o que foi dito.
Segundo Mascovici (1980) um ambiente ideal para relacionamentos interpessoais profissionalmente enriquecedor deve possibilitar a comunicação entre criativos, encorajar o intercâmbio de idéias e valorizar a inovação, a originalidade e a busca por soluções alternativas (otimismo).
Por: Alessandra Fraga
